sexta-feira, 17 de maio de 2013






 O profº Renato Queiroz (filho) rememora uma canção antiga sobre o Vapor de Cachoeira

"O vapor de Cachoeira Não navega mais no mar Arriba o pano, toca o buso Nós queremos navegar O vapor de Cachoeira Não navega mais no mar Puxa vela, bota vela Nós queremos vadiar O vapor de Cachoeira Não navega mais no mar Tira a prancha, toca o buso Nós queremos namorar Na barca de Cachoeira Ninguém pode navegar [1] Em seguida, as composições-registro, se assim nos permitirem denominar: Adeus, Feira de Santana Adeus, Santana da Feira Lá se vai Lucas embora No vapor de Cachoeira Toca o bonde pra lá Toca o bonde pra cá No vapor de Cachoeira Eu quero me embarcar O vapor de Cachoeira Encalhou, não pode andar Vou comprar uma marinete Pra meu bem acarinhar Finalmente, as trovas românticas ou chistosas: Dou-lhe uma, dou-lhe duas Dou-lhe três, pela terceira Lá vai meu amor embora No vapor de Cachoeira Lá vai uma, lá vão duas Lá vão três, pela primeira Lá vai meu amor embora No vapor de Cachoeira Ouvi tropel de cavalo Ouvi bater porteira Eu vi meu amor ir embora No vapor de Cachoeira Alfinetes são ciúmes Agulha, variedade No vapor de Cachoeira Embarcou minha saudade O vapor de Cachoeira Apitou ao escurecer O amor que vai e volta Nunca dá para esquecer O vapor de Cachoeira Navega na preamar O sonho de toda moça É pensar que vai casar O vapor de Cachoeira Já passou sem apitar Mulher que se fia em homem Morre seca de chora"

Nenhum comentário:

Postar um comentário