sexta-feira, 30 de agosto de 2013

OPINIÃO

Sujeira política e o "Lixo Zero"

O Lula disse recentemente que, fica puto da vida quando falam mal dos políticos. Mas, minha gente, não foi ele mesmo quem disse que eram trezentos picaretas?  Pois é; o deputado Natan Donadon, (cabra danado de bom), condenado pelo STF por ter metido a mão no dinheiro público teve o seu mandato mantido graças a 280 de seus pares, sendo 131 votos a favor, 41 abstenções de araque e 108 ausências premeditadas e bem-vindas.
Quando os protestos explodirem Brasil afora no Dia da Independência, neguinho vai ficar chiando. "Neguinho" no sentido carinhoso e como se dizia no meu tempo sem qualquer conotação racial, mesmo porque sou afro descendente.
Realmente os caras cagaram e andaram, ficaram de costas para os protestos de rua, criando um fato inusitado: é o primeiro deputado prisioneiro do Brasil !
De muita objetividade a campanha "Lixo Zero" implantada aqui no Rio. Com medo de levar multa a patuleia está contribuindo para reduzir a sujeira na cidade, um dos itens mais criticados pelos turistas que visitam a Cidade Maravilhosa. 
A multa mínima pra quem for flagrado jogando uma "guimba" (ponta de cigarro)  na rua (na minha terra é "brefa") é de R$ 157 e vai até 3 mil. Não sei o que dirão os citados turistas se forem até Salvador, onde a sujeira nas calçadas e  no espaço público de um modo geral chegava a um nível que beirava ao insuportável quando lá estive há dois anos passados.
Naquele ano, estive na minha terra natal durante a Feira do Porto e os festejos cívicos do 25 de Junho. Fui apanhado de surpresa quando vi uma moradora da Rua da Feira chegar até a porta da sua casa e...vupt ! Jogou um saco plástico contendo vísceras de galinha que a família iria naturalmente traças no almoço. E olha que os Garis haviam limpado tudo direitinho, a caçamba do lixo recolheu tudinho... Custava atravessar a calçada e colocar na lixeira ?
Para completar o quadro (que pode ser engraçado mas não é piada), apareceu não sei vindo de onde um porco enorme !  Pendei até que fosse um javali ! Corri pra dentro da casa da minha saudosa mãe. Tranquei a porta e fiquei olhando pela frincha da janela o trabalho daquele faminto gari improvisado.
Voltando ao "Lixo Zero", e, para finalizar, só quero ver se vai haver multa nas famigeradas panfletagens na próxima campanha presidencial, sobretudo no dia da eleição. Vá ver que, no bojo da lei, os partidos políticos estarão isentos e podem continuar cometendo sujeiras.  Não duvido nada.


Expressões Jurídicas
"Credor  quirografário" é o sujeito que, numa falência, não goza de preferência com relação a outros , ou seja, somente receberá a sua parte após os demais credores.
Quirografário vem de grafado (escrito) com a mão (manuscrito) por alguém que se diz  credor, sem qualquer garantia expressa.
 
Curiosidades da Bíblia
Em Juizes, no capítulo 16 versículo 30 existe a seguinte narrativa  "Sansão, depois de morto, matou mais pessoas do que em vida" 
Sem dúvida um fato paranormal


Datas Cachoeiranas
Por: Erivaldo Brito
Primeira quinzena do mês de setembro

Dia 01 (1955) Era realizado na Praça da Aclamação, um comício em prol da candidatura de Juscelino Kubtscheck à presidência da república, quando usaram da palavra vários oradores, culminando com o discurso do candidato. Em sua fala, JK levou o enorme público presente ao delírio ao prometer que viria pessoalmente reabrir as fábricas de charutos das cidades da Cachoeira e São Félix.
Na foto histórica ao lado,  tirada por Djalma São Bernardo, "Djalma Maluquinho") o melhor repórter fotográfico da Cachoeira, vemos da esquerda para a direita: O ex-prefeito Anarolino Pereira, Francelino Cabral Morais (presidente da Câmara), Manoel Novais e Clemens Sampaio (deputados), Aloísio Filho ) e Juscelino Kubtscheck. Ao centro, discursando, o prefeito Stênio Henrique de Burgos.
Dia 02 (1889) - Registramos mais uma visita ilustre à histórica Cachoeira, na Bahia: Dom Luis Felipe Maria Fernando Gastão de Orleans, o Conde d'Eu (1842/1922), que era casado com a Princesa Isabel
 Dia 03 (1964) - Dom Eugênio de Araújo Sales, então Administrador Apostólico da Arquidiocese de Salvador visitava a cidade da Cachoeira em viagem oficial, reunindo na Matria grande número de padres da Região.
Dia 04 (1957) - Na madrugada do referido dia, nas proximidades do Mercado do Peixe, o indivíduo de nome Antero, muito conhecido na cidade porque era habitual vendedor nas feiras livres, por motivo desconhecido, assassinou com punhaladas o seu companheiro de trabalho Antônio Chambi,evadindo-se em seguida.
Dia 05 (1939) - A Desportiva do Paraguaçu detinha o título de campeã intermunicipal de remo, título que foi conquistado desde o a no de 1931. Os atletas remadores da Cachoeira do passado era bons !
Dia 06 (1930) - O ex-prefeito da Cachoeira e engenheiro Humberto Pacheco de Miranda era contratado pelo governo do estado a fim de ser o construtor do prédio escolar Montezuma, cujo projeto foi de sua própria autoria. A foto ao lado é do ano de 1935.
Dia 07 (1875) - Era concluída a ligação telegráfica entre as cidades da Cachoeira e Santo Amaro da Purificação, com a extensão de 37.759 quilômetros, uma grande obra, na época.
Nesta mesma data, no ano de 1957,era fundada a Associação Cultural Real Atlético pelo saudoso jornalista Felisberto Gomes, Briô,  Na foto ao lado, terceiro à direita, em pé.
Dia 08 (1939) - O prefeito da Cachoeira, João Vieira Lopes, reinaugurava um cruzeiro que era venerado pelos cachoeiranos católicos e que ficava em frente da igreja de Nossa Senhora do Amparo (foto) Conforme já dissemos aqui em outra oportunidade, o referido templo (que estava em completa ruínas), foi demolido sob o pretexto de ali construírem-se uma Maternidade.
Dia 09 (1828) - A então Vila da Cachoeira, que foi a primeira em proclamar a regência, foi, também, a pioneira em proclamar D.Pedro como Imperador do Brasil.
 Dia 10 (1960) - O extinto Lion's Club, realizava no salão da desportiva do Paraguaçu, uma elegante festa em benefício das crianças pobres da Cachoeira, animada pelo festejado grupo musical Porto e sem Conjunto. Os que tiveram o privilégio de ter escutado a referida banda, devem estar lembrados, além do próprio Antônio `Porto (violão), os irmãos César e Raul, o trompetista Dezinho e o crooner Mequinho, "a voz de veludo do Vale do Paraguaçu". Bons tempos !
Dia 11 (1927) - Falecia na Cachoeira, de onde era natural, o empresário gráfico José Ramiro das Chagas, fundador do jornal A Ordem que circulou ininterruptamente por quase sessenta anos.
Dia 12 (1948) - A Orquestra Sinfônica da Bahia, sob a regência do padre Mariz, apresentava-se para uma enorme plateia no Cine Teatro Cachoeirano.
Dia 13 (1959) - No duelo de invictos do campeonato sanfelixta, o Cruzeiro cachoeirano empatava com o Floresta pelo placar de dois a dois, gols de Didi Zoião e Diquinha para o Cruzeiro enquanto Binoca e Orlando marcavam para o Floresta.
As duas equipes:
Cruzeiro; Rosí, Moacir Tinoco, China, Miranda, Hugo Mascarenhas, João Garrido, Diquinha, Didi Zoião, Carlyles, Come e Dorme e Alírio.
Floresta: Ivanildo (mais conhecido pela alcunha de "Furico de Ouro" mas não era gay), Zeca Sopinha, Medrado, Bise, Cau, Luis, Binoca, Moisa, Arlindo Brito, Orlando e Edilson.
Dia 14 (1956) - Uma caravana de artistas da radiofonia baiana apresentava-se no palco do Cine Glória. A referida trupe era composta por Augusto Spinola Cardoso,Adalgisa Sena, Helena de Lima, Brim Filho, Sílvio Roberto e o comediante José Canário. 
Dia 15 (1934) - O navio "Cachoeira" aportava na Cidade Heróica trazendo a "Embaixada Autonomista" capitaneada pelo doutor Octávio Mangabeira (foto), candidato ao governo do estado, o cachoeirano Simões Filho fundador e proprietário do jornal A Tarde, Pedro Lago,Aloísio Filho e Rui Penalva, que foram saudados na ponte de desembarque pelo poeta e jornalista Augusto de Azevedo Luz.
O jornal A Cachoeira registrou o seguinte trecho do discurso de Mangabeira:
"Cachoeiranos!
Há mais de um século, no episódio que culminou o 25 de Junho, emancipastes com o vosso sangue o Brasil. 
A 17 de outubro, nas urnas, libertae com o vosso voto a Bahia !"
 
 Mangabeira, (foto ao lado),segundo registros da época, foi o pioneiro na estratégia do "falem mal, mas, falem de mim !" Diziam que ele pagava a um conhecido homem do povo, um beberrão contumaz para fazer discursos inflamados contra ele. Muita gente ficava revoltada.
No dia da posse de Mangabeira, estrategicamente colocado na porta do palácio, quando o governador eleito e empossado vindo da Catedral da Sé, deu o braço ao homem do povo, aquele que tanto o xingara, e subiram a escadaria do palácio, foi um delírio para a multidão que estava na praça.





sábado, 24 de agosto de 2013

FUTEBOL CACHOEIRANO

Campeonatos disputados e muita rivalidade

No meu caso pessoal, futebol cachoeirano começou na década de cinquenta e poucos, no campinho da Avenida Ubaldino de Assis. Ali, vários clubes surgiram tendo como parâmetro os clubes baianos Ipiranga, Bahia e Vitória e cariocas como Botafogo e Fluminense.
No dia 29 de janeiro de 1939, surgia o Bangu, fundado pelo desportista João Nunes, mais conhecido pelo apelido de “de aço”. Se estiver em atividade (sua sede própria era na Rua Barão de Nagé), o Bangu é o clube mais antigo da cidade.
No jogo inaugural, o Bangu goleou o Botafogo por quatro a um, gols de Valdemar (dois), Gileno e Zeca (contra), enquanto Berto Chiada, (como diziam os cronistas esportivos da época) marcava o ponto de honra dos perdedores.
Os dois times atuaram assim:
BANGU Memeu, Leopoldo, Nivaldo Menezes, Bebé, De Aço, Dió, Bahia, Evangivaldo, Gileno, Valdemar e Bezerra.
BOTAFOGO Baguesa, Zeca, Lopes, Lindu, Jovino, Nazu, Bililiu, Davino Capupu, Berto Chiada, Joel Bananinha, Marinheiro e Cascavel.
Com a direção da Liga que tinha em frente o sapateiro Firmino Leite e, logo depois, o sindicalista e escriturário da Leitalves Francelino Cabral Moraes (França), o futebol cachoeirano ganhou enorme evolução com jogos aos domingos, com a área cercada de tábuas (menos a parte do cais) proporcionando, assim, a cobrança de ingressos, além da tradicional passagem das bandeiras dos times que estavam jogando no intervalo do primeiro para o segundo tempo para as doações voluntárias dos torcedores.
Sagraram-se campeões os seguinte clubes:
1947 – Real Atlético Clube
1948 – Botafogo Futebol Clube
1949 – Ipiranga Sport Clube
Sobre o campeonato conquistado pelo Ipiranga, a partida foi realizada no dia 5 de fevereiro de 1950 e o adversário foi o Botafogo. O Ipiranga venceu por dois a zero, com dois gols de Nilton. O último em grande estilo: de bicicleta !
Em comemoração ao Dia do Trabalhador, a Liga Cachoeirana programou um jogo entre os campeões de 1947 (Real) e o do ano de 1948 (Botafogo), ganhando a partida e a taça a equipe do Real que jogou com a seguinte constituição:
Lourival Fracasso, Briô, Lessa, Parrudo, Esquerdinha, Russo, Pelado, Natinho, Ferreirinha e Didi Zoião.

O time do Real (foto), além de Esquerdinha e Didi Zoião (que iniciava sua carreira), possuia em seu plantel uma grande revelação; Sandoval, mais conhecido como Natinho (primo do conhecido comentarista esportivo Virgílio Elísio e atual dirigente da CBF) e que foi jogador do Vasco da Gama e da Portuguesa.
Quando estive no Rio pela primeira vez, Natinho era gerente de uma empresa de ónibus mineira. Apesar de eu ser uma geração mais nova, muitas vezes fui até a agência onde ele trabalhava a fim de conversar coisas da terrinha. Infelizmente, pouco depois que retornei, soube que ele foi atropelado e que veio a falecer.
O time do Ipiranga era praticamente constituído da família do seu presidente e técnico Zé Barros. No time jogavam seus filhos Toninho “Cara de Jegue”, Homero, China, Orlando e Nilton. Muitos jogos terminavam em porrada !
Nilton era um craque; driblava, chutava com os dois pés e fazia gols antológicos. Foi contratado e jogou pelo time do Vitória da capital.
O Real Atlético jogaria naquele mesmo ano no Estádio Arlindo Rodrigues, em São Félix, contra o Floresta vencendo-o por dois a um, gols de Esquerdinha (dois) e um de Libânio.
Naquela partida amistosa, o Real alinhou com:
Sandoval “Ovo”, Santinho, Briô, Parrudo, Zé Pequeno, Russo, Pelado, Natinho, Ferreirinha, Libânio e Esquerdinha. O jogador Zé Pequeno era arisco e de rara habilidade. Criou uma jogada em que saía fazendo pontinho com a bola da cabeça e só era parado com falta !
A sede do clube era numa das lojas da parte térrea do sobrado da filarmónica Minerva. Já naquela ocasião, graças à visão do seu diretor e fundador Felisberto Gomes (Briô), o Real mantinha uma boa biblioteca.
No dia 11 de fevereiro de 1950, em face das ingerências da política cachoeirana, Francelino (França), reuniu a direção da Liga no prédio do Sindicato do Fumo (foto) elegendo uma nova diretoria que ficou assim composta:

Anarolino Pereira (presidente)
Francelino Cabral Moraes (eleito por aclamação e que teve de aceitar a chefia do departamento administrativo).
Tenente Percílio Guimarães (chefe do departamento técnico)
Adaucto Sales Ribeiro ( departamento de finanças)
Rodrigo Conceição “Caçula” ( chefe do departamento de árbitros).
Na referida reunião, os jogadores Álvaro Bichara, goleiro do Ipiranga (foto)




 e Bebé de Ursecino, (o primeiro em pé,da esquerda para a direita) lateral do Fluminense (foto abaixo), 


foram eleitos como atletas do ano. Também receberam prémios os jogadores Ferreirinha (Botafogo), Zé Pequeno e Esquerdinha (/Real).
Graças ao se desempenho como sindicalista e como dirigente da Liga Cachoeirana de Futebol, França elegeu-se seguidamente pelo PTB para a Câmara de Vereadores, cujo mandato não era remunerado, o Edil prestava “serviço relevante à sociedade”.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

MEMÓRIA
Galeria da Câmara de Vereadores
                                                         POR; ERIVALDO BRITO
Para a composição da galeria fotográfica da Câmara Municipal, necessária se faz a aprovação de um Projeto de Resolução a ser submetido à aprovação da maioria da Casa. Não foi diferente na cidade da Cachoeira, na Bahia. Para os que gostam de curiosidades (inclusive para os organizadores do acervo da edilidade cachoeirana), vamos relacionar a galeria de fotos que se encontrava no salão nobre, até o ano de 1969:
O quadro a óleo do Imperador D. Pedro II, é, sem dúvida o mais antigo, (foto  ao lado, na ocasião em que o autor destas linhas foi orador oficial da sessão solene),sendo retirado da galeria quando da mudança de regime em vista da Proclamação da República, voltando ao seu local original no ano de 1907 na gestão do prefeito Virgílio César Martins Reis e como presidente da Câmara Alvaro de Souza Brandão.

15 de novembro de 1907 - Augusto Teixeira de Freitas.
27 de junho de 1925 -  Ana Justina Ferreira Nery
25 de junho de 1927 - Inocêncio de Almeida Boaventura
26 de março de 1928 - Francisco Marques de Góes Calmon
25 de junho de 1931 - Quadro pintado por Antônio Parreiras
22 de novembro de 1936 - Augusto Públio Pereira
25 de junho de 1938 - Getúlio Vargas
25 de junho de 1940 - Ubaldino de Assis
25 de junho de 1941 - Landulpho Alves
25 de junho de 1949 - Augusto Leciague Régis
                                         Alexandre Coelho Bahia
                                         Aurelino Seraphin dos Anjos
                                         Anarolino Teodoro Pereira
                                         Alberto de Souza Bastos
                                         João Vieira Lopes
                                         Humberto Pacheco
                                         Virgílio /césar Reis Martins
                                         Servílio Mário da Silva
09 de janeiro de 1968 - Julião Gomes dos Santos
24 de março de 1969 - Stênio Henrique de Burgos
Como, provavelmente, muitas das fotos acima relacionadas não mais estão figurando na Galeria e outras tantas foram anexadas, esta relação simplesmente deve servir como curiosidade, apenas.
                        
                                       


 
HISTÓRIA
Antônio Pereira Rebouças O CONSELHEIRO DO IMPERADOR
POR: ERIVALDO BRITO
É maragojipano um dos grandes vultos brasileiros, mais precisamente na época do Brasil Império: António Pereira Rebouças (foto).
Nascido na bela “Terra das Palmeiras”, (denominação dada por D. Pedro II),em o dia 10 de Agosto de 1798, o maragojipano Rebouças, ainda rapaz, foi exercer funções cartoriais num tabelionato na progressista Cachoeira, sendo, depois, submetido a concurso passando a advogar na qualidade de rábula.
Casou-se, depois, com a cachoeirana Carolina Pinto Rebouças, filha de um próspero comerciante.
No turbulentos anos de 1821, vamos encontrar o casal residindo na capital do estado. Ali, Rebouças estabeleceu-se com uma excelente banca advocatória quando se deu o assassinato da religiosa Joana Angélica (foto abaixo) 

pelos militares portugueses. Rebouças era um dos cabeças da resistência patriótica contra o jugo lusitano. Então, até mesmo como medida de segurança, foi aconselhado por Montezuma (foto) 
a retornar para Cachoeira cuja acessibilidade apenas possível via fluvial, seria facilmente controlável, portanto.

Na Cachoeira, finalmente, António Rebouças desempenharia notável papel de articulador junto a outros patriotas locais e da redondeza, com proprietários rurais, irmãos maçónicos, comerciantes, etc, muitos, inclusive, filhos de portugueses e/ou nascidos em Portugal.
Quando eclodiu a rebelião do dia 25 de Junho de 1822, contando apenas 24 anos de idade, foi ele, Rebouças, aclamado por unanimidade a fim de elaborar a ata histórica.
Pai de dois engenheiros notáveis nascidos na Cachoeira, André Pinto Rebouças (1838 – 1898) e António Pereira Rebouças Filho (1839-1874), Rebouças teve vida política destacada sendo eleito deputado, e, depois, nomeado Conselheiro do Imperador, vindo a falecer aos 82 anos de idade, seis anos depois da morte do seu filho homónimo em S. Paulo, em 24 de maio de 1874.
Quando da Proclamação da /República, com a mudança do regime, o seu filho mais famoso, André Rebouças, seguiu para o exílio junto com a família do Imperador, fixando-se, depois, na ilha da Madeira, cidade de Funchal, em Portugal, onde foi encontrado morto em circunstâncias misteriosas no dia 9 de maio de 1898.
Dentre os pertences de André, além de vários cadernos contendo preciosas anotações técnicas e projetos (inclusive de reforma agrária e ocupação da amazônia), encontrava-se uma caderno que ele guardava com anotações do seu pai, narrando, inclusive, os fatos épicos dos quais foi testemunha ocular.
As “Anotações Patrióticas” feitas pelo maragojipano Antônio Rebouças, depois da ata que ele próprio redigiu, constitui-se no mais importante documento em que se atesta a participação decisiva dos cachoeiranos pela consolidação da nação brasileira anterior ao 7 de /Setembro, havendo, inclusive, derramamento de sangue.

sábado, 17 de agosto de 2013

Datas Cachoeiranas
Segunda quinzena do mês de agosto em curso:
Dia 16 (1930) - Chegava à sua terra natal, Cachoeira, o padre Ricardo Vieira Pereira que se encontrava em Roma, sendo recebido por amigos, familiares e grande massa popular.
Quando o vapor Paraguaçu atracou na ponte de embarque e desembarque da Navegação Bahiana, (era escrito assim com "agá"), ouviu-se uma estrepitosa tracaria e prolongados aplausos enquanto a filarmônica Lira Ceciliana tocava um conhecido dobrado.
Chegando à residência da família, o padre Ricardo foi saudado pelo vigário da paróquia, padre Augusto Cavalcanti, pelo seu irmão doutor Augusto Públio Pereira e pelo jornalista e poeta Artur Durval.
No dia seguinte, na igreja matriz, o padre Ricardo Pereira celebraria a sua primeira missa em território brasileiro, exatamente em sua terra natal.
Dia 17 (1969) - Jogando amistosamente no Estádio 25 de Junho, a seleção cachoeirana de futebol aplicava um chocolate no Guarany da capital do estado por oito a um !
A seleção cachoeirana jogou na ocasião com: Inha (depois Zé Roberto), Deca, Sacramento, Paiva, Mimiu, Bebeu, Carlyles, Judinho (depois Badu), Antonivaldo (depois Passarinho), e Juracy (depois Marrom).  
 Dia 18 (1887) - A fim de submeter-se a uma intervenção cirúrgica, seguia para a capital do estado no navio da carreira o farmacêutico Manoel de Santana.
Dia 19 (1931) - O empresário Augusto Leciague Régis (foto), inaugurava uma fábrica de picolés (chamados à época de "friolitos") e doces gelados, na rua 13 de março.
O velho Augusto Régis fundou a farmácia com o seu nome, foi diretor do Banco de Administração (depois encampado pelo Banco da Bahia) e foi prefeito municipal.
Dia 20 (1832) - Era nomeado o cidadão Joaquim da Silva e Almeida para exercer as funções de Agente Postal. Foi, portanto, o primeiro a exercer tal função na cidade.
Na primeira mala postal  saída da Cachoeira para Salvador. constava de dez cartas e dois ofícios.
A Cachoeira foi a primeira cidade do interior do estado a possuir na agência postal a função de carteiro.Legal, não é mesmo?
Dia 21 (1941) - A Pharmácia Régis, (era assim que foi registrada a empresa com "PH"), exibia em suas dependências a caquinha Nestlé que se movimentava e mugia com se fosse de verdade ! A atração foi uma grande novidade e atraiu muita gente das cidades vizinhas.
Dia 22 (1960) - Por volta das 15 horas, quando o Circo Nerino estava desarmando suas lonas para ir embora da cidade, um dos mastros despencou inesperadamente vindo a atingir o eletricista da companhia circense chamado Ivan Alves Moreira que morreu instantaneamente deixando todos vivamente consternados.
A área onde o circo estava armado (campinho da avenida Ubaldino de Assis) estava lotada de estudantes e pessoas curiosas que viram a cena dantesca e que por certo não esquecerão jamais.
Vide ilustração que fizemos do trágico acontecimento.


Dia 23 (1854) - Construído no estaleiro de Itapagipe, na capital baiana, aportava na Cidade Heróica o navio batizado com o nome de Cachoeira.
Nesta mesma data, no ano de 1988, falecia o estimado mestre empreiteiro Félix Manoel de Brito, tendo o seu corpo sido velado no salão nobre da Loja Maçônica Caridade e Segredo de onde saiu o féretro.
Na passagem do cortejo, em frente ao Centro Espírita Obreiros do Bem, falou o presidente da Federação Espírita da Bahia e o presidente do Obreiros do Bem, Egberto Melo.
Leia o artigo "Félix Brito - O Bom Samaritano" do hoje também saudoso Chiquinho Melo.
Dia 24 (1892) - Circulava o primeiro número do jornal "A Vida", impresso nas oficinas tipográficas de Genésio Pitanga.
Nesta mesma data, há 59 anos passados, a Cachoeira era abalada com a trágica notícia do suicídio do então presidente Getúlio Vargas.
Leia memória de nossa lavra relembrando o fato e a histeria das charuteiras e operárias cachoeiranas.
Dia 25 (1940) - A Minerva Cachoeirana realizava um passeio de recreio fluvial para a cidade de Maragojipe, levando o time de futebol do Vitória cachoeirano, cuja delegação era chefiada pelo seu presidente dr.Aurelino.
Na "Terra das Palmeiras", a delegação cachoeirana foi recebida da maneira fidalga que é uma característica dos maragojipanos.
Na partida amistosa realizada entre o Vitória da Cachoeira  e o Bahia de Maragojipe o time cachoeirano ganhou por 4 a 2, marcando Perivaldo os quatro tentos dos vencedores.
O Vitória cachoeirano jogou com: Baguesa, Carlos, Aníbal Carvalho, Raspadinho, Kenedí, Cachoeira, André, João, Gileno, Maroto e Perivalado.
Dia 26 (1906) - Em Assembléia Geral, a filarmônica Minerva Cachoeirana apresentava o seu novo contratado para as funções de Regente da banda, o maestro Francisco Fróis que foi, na ocasião, presentado com uma batuta guarnecida de prata lavrada.
Em nome da Minerva falou o jornalista Epifânio Conceição de "O Pequeno Jornal".
Dia 27 (1942) - O então prefeito dr. Alexandre Coelho Bahia mandava celebrar na igreja Matriz uma missa pelos brasileiros vitimados pelo torpedeamento dos navios mercante "Beapendi", "Arara","Araguara" "Itagiba" e "Aníbal Benévolo" no litoral baiano.
O povo cachoeirano lotou as dependências da Matriz para participar da missa que foi celebrada pelo cônego Augusto Cavalcanti, ocupando o púlpito o padre Bráulio Seixas.
Dia 28 (1922) - Era fundado na Cachoeira o Centro Espírita União e Fé que funcionou na praça Dr.Milton número vinte.
Dia 29 (1897) - O Conselho Municipal colhia subscrição popular e recolhia substancial quantia para ser destinada às vitimas de Canudos.
Em a noite desta mesma data, no ano de 1998, vitimado por uma doença coronária, falecia o enfermeiro e vereador municipal Augusto José da Costa (foto) grande líder político e presidente do Partido Democrata Cristã da Cachoeira.
O seu sepultamento no dia seguinte teve o acompanhamento digno do homem público que era, leal e devotado com os seus eleitores e correligionários.
Dia 30 (1935) - O Centro Espírita Obreiros do Bem inaugurava a sua sede própria na praça Marechal Floriano ( Currais Velho).
Dia 31 (1946) - Era oficialmente reconhecido pelo governo estadual o Sindicato de Barbeiros e Cabelereiros da Cachoeira, São Félix e Muritiba que funcionava na Cachoeira. 



 

Félix de Brito, o bom Samaritano
                                                                   Francisco José de Mello (CHIQUINHO MELO)

CHIQUINHO MELLO
Félix Manoel de Brito, partiu !  Há um dito popular no qual se diz que "se reconhece os méritos do indivíduo, depois que ele morre!" Mas, Félix Brito não foi assim, pois, sua vida foi um livro aberto. Poucos podem reunir tantas virtudes, tantas qualidades a um só tempo!
Espírita convicto, jamais negou sua ajuda fraterna a aqueles que o procuravam, mesmo se tratasse de pessoas que divergiam da religião que professava.
Em todos que lhe procuravam, ele via, apenas, o irmão que precisava da sua ajuda.
Ele era como o Samaritano da parábola do Evangelho de São Lucas, capítulo 20 versículos 25 a 27.
Conhecedor perfeito dos ritos maçônicos foi, também, um estudioso incansável da doutrina espírita, primando pela tolerância e anti-radicalismo. 
Sua vida foi um exemplo de dignidade.
Profissional excelente, bom chefe de família, pai extremoso e bom amigo.
Aliada às suas qualidades morais, era portador de um senso de equilíbrio extraordinário. Jamais perdia a serenidade, e era incapaz de elevar a voz para quem quer que fosse.
Sua moderação se refletia até na sua maneira de falar e andar compassado...sem pressa.
Lembro-me que, depois do seu primeiro enfarte ele me disse: "Recebi ajuda do Alto, deixando que minha vida física se prolongasse mais um pouco e que eu ganhasse algum tempo em benefício do meu processo de resgate".
Sua evolução era tão acentuada que, nas crises que sequenciaram seu primeiro enfarte, jamais vimos, nele, qualquer gesto de amargura. Muitas vezes, mesmo quando sua fala desaparecia, víamos aquele sorriso brando, próprio daqueles que aceitam o sofrimento como uma bênção.
Acredito que o desprendimento do seu perispírito foi rápido. Deve ter ocorrido durante o estado de como, ao qual seu organismo foi submetido. Isto porque Félix Brito estava preparado para um desencarne suave, sem atribulações, tal era a sua evolução espiritual.
Seu espírito, com o seu sorriso manso, assistiu as homenagens fúnebres que foram prestadas pelos seus irmãos e amigos, e com a humildade que lhe caracterizava, deve ter tentado dizer aos presentes: "Nada fiz para merecer homenagens, pois, desencarnei, ainda, com muitas dívidas a resgatar"
Félix Manoel de Brito, um homem justo e perfeito. Sua vida foi útil e fecunda, mercê da sua extraordinária capacidade de doação.
(Publicado no jornal A Ordem - agosto de 1988)

MEMÓRIA
O SUICÍDIO DE VARGAS
ERIVALDO BRITO
Estava, como disse o poeta Casimiro de Abreu, "na aurora da minha vida, da minha infância querida que os anos não trazem mais", naquela manhã de 24 de agosto de 1954, quando ouvi, assustado, uma gritaria assustadora, um alarido histérico; eram as operárias da fábrica Leite & Alves. O que teria acontecido? Qual teria sido a razão de tamanha gritaria? A minha madrinha, Laura, deu-nos a todos no sobrado a resposta:
- Getúlio se matou ! Deu agorinha mesmo no Repórter Esso ! 
A gritaria se misturava com lágrimas, com lamúrias em altos brados. Corri à janela e vi a rua completamente cheia de gente, mulheres gritando com os cabelos desalinhados, desvairadas pelas calçadas onde muitas desmaiaram. Balbino, sobrinho de Iaiá (criada desde pequena na família Soares) informou que o hospital da Santa Casa estava "entupido de gente!!!" 
Getúlio Vargas governou o país de forma ditatorial durante 15 anos, depois fôra eleito democraticamente para um mandato de cinco anos. Sofria implacável oposição capitaneada pelo então jornalista Carlos Lacerda.
Então, na madrugada do dia 5 de agosto, Gregório, o chefe da guarda pessoal do presidente planejou um atentado a fim de eliminar Lacerda que estava na Rua Toneleiro aqui no Rio de Janeiro, acompanhado de Rubens Vaz, oficial da Aeronáutica que acabou morrendo. 
Interior da fábrica Leite & Alves com as operárias trabalhando
Os ataques aumentaram de forma assustadora com o apoio das Forças Armadas que passaram a pedir a renúncia de Vergas. Acuado no Palácio do Catete, Vargas tomou uma decisão que  ninguém, muito menos a oposição esperava: suicidou-se !  Deixou uma Carta Testamento que emocionou o Brasil. O golpe que estava se delineando tivera de ser protelado por mais dez anos.



Expressões Jurídicas


Quando lemos numa peça processual "o Juiz decidirá a lide nos limites em que foi proposta, sendo-lhe  DEFESO...   Defeso significa que é impedido a ele decidir. A palavra é oriunda do latim defensus (impedido) e é comum encontrar-se em várias leis como no Código do Processo Civil no seu artigo 128.
CURIOSIDADES DA BÍBLIA

Jesus que ao contrário do que muitos pensam era um homem bem humorado, chamava os seus dois discípulos João e Tiago (filhos de Zebedeu) de "Boanerges" , ou seja, "filhos do trovão, devido ao temperamento explosivo de ambos.
Está em Marcos, capítulo 3 versículo 17.
 

IN MEMORIUN

Uma mulher guerreira

Era a filha caçula de uma família constituída de mais duas irmãs e dois irmãos. Era das muitas famílias cachoeiranas sem muitas posses, da qual se destacavam os dois irmãos, Edgar e Diocleciano (Dió), ambos integrantes do corpo musical da filarmónica Minerva..
Acabou sendo criada pelos tios porque os seus pais faleceram quando ainda era criança. Cedo,foi trabalhar no setor de beneficiamento das folhas de fumo que eram enfardadas em saco de linhagem e comercializadas para o exterior. Seu proprietário era o empresário Júlio Borba.
De pele bronzeada de morena legítima, cabelos de um negrume semelhante às noites sem lua, olhos grandes e olhar expressivo, seria facilmente confundida com uma indiana não fora a brejeirice inerente a todas as baianas.
Foi num ensaio de um terno que se pretendia sair às ruas da cidade na festa de Nossa Senhora da Ajuda que ela conheceu aquele rapaz branco, alto, magro, de cabelos lisos, pouco mais velho do que ela e que trabalhava nas oficinas tipográficas do semanário A Cachoeira.
Do namoro entre ambos surgiu um complicador inesperado,e,assim,casaram-se cedo mas,ela ficou viúva mais cedo ainda com uma prole de quinze filhos. Praticamente sozinha ela cuidou de tudo. E deu conta do recado, Deus sabe a custa de quantas renúncias, de quantos sacrifícios.
Teve vida longeva. Costumava dizer que, se a vida é um cansaço eu prefiro viver cansada! Mas, como tudo tem um preço, a longevidade nos cobra um muito preço alto e ela sofreu na pele a perda do marido e vários filhos sendo que a morte do seu caçula, aquele que lhe dava dedicação total retirou-lhe o ânimo. Finalmente, aos 92 anos, aquela mulher guerreira descansou. O seu nome: Esther de Souza Brito, minha mãe.
Agradeço aos amigos que se manifestaram pessoalmente aos meus irmãos Erione, Ridalva e minha filha Maria do Rosário, ao presidente da Irmandade de Nossa Senhora da Conceição do Monte da qual a minha mãe era Irmã e devota e ao ilustre vigário da paróquia Cónego Hélio Vilasboas.


MANIFESTAÇÕES DE PESAR

João Matos Figueiredo (advogado)
"Prezados Erivaldo e demais membro dessa família.: Desencarnar é algo que infelizmente não nos acostumamos nem nos conformamos, mas é designo do Criador. Em sendo assim, só nos resta uma coisa; lembrarmos daquele que partiu com um olhar de boas lembranças, guardar os seus exemplos. Tive pouquíssimos contatos com D. Esther, mas conhecendo suas obras tais como Erivaldo e Rafael( meu colega também falecido) com certeza, ela soube plantar suas sementes em terra férteis, eis os frutos que a produziu. Vá em paz Esther, no outro lado há alguns à sua espera para que continue plantando boas sementes em outras Searas
Meu abraço e votos conforto aos familiares para passagem da matriarca Esther Brito.

Paulo Lobo (advogado)
"Faço minhas as palavras de João Matos Figueiredo. Os sentimentos de minha família à grande família Brito. D. Ester foi uma grande amiga de minha saudosa mãe. Todos os seus filhos são meus amigos e de minha família."

Nádia Santana
MEUS SENTIMENTOS E DE TODA FAMÍLIA PRIMO,EU ESTIVE NO SEPULTAMENTO DA QUERIDA E AMADA ESTHER

Celeste Aida Batista Neves
Primo,que Deus dê o consolo necessário a vc e toda a família,para suportar a ausência da nossa Esther.Bjs

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Esther de Souza Brito
                                                                                 Maria do Rosário Leite Brito - ROSA BRITO
Hoje acordei cedo e como de costume, sai para trabalhar: reunião com a equipe da DIREC 32 para tratar da Conferência do Meio Ambiente nas escolas. No retorno, peguei uma vã que passava o DVD do Pe. Marcelo e lá vinha eu cantando junto com o DVD: a minha vida é do Mestre, meu coração é do meu Mestre...
Quando tô descendo a ladeira de Muritiba, por volta das 10h40 o celular toca. Ao atender, era Mel que e disse bem suave: minha madrinha, vovó Ether faleceu agora a pouco...
Ai eu continuei cantando e entregando a minha vida ao Mestre Jesus. Chegando em Cachoeira, liguei pra mainha e fui direto para a casa de vovó. De lá, juntamente com sr Josue fomos resolvendo os detalhes do funeral: ouvimos, alguns nãos mas não desistimos. Ao final da tarde, já havia resolvido tudo, pois também ouvimos sim...
De tudo o que vivi hoje, um aprendizado: minha vó, aos 91 anos, teve o seu último desejo realizado por Deus: estar junto Dele e dos seus. Se me perguntarem: de que ela faleceu? Creio que foi de saudade... Mas sei também que um ciclo se concluiu aqui conosco e outro se inicia na eternidade. Vovó, que está junto do Mestre Jesus, está também perto de nós, em nosso coração.
Amanhã, às 9 da manhã,na Igreja do Monte, faremos uma oração de despedida e agradecimento, pois a sua vida gerou a nossa. E por falar em nossa vida, vale ressaltar que ela teve a graça de ver a sua família, chegar a quinta geração. Isso mesmo, em sua nota de falecimento, colocamos: filhos, netos, bisnetos e tataranetos! Por isso, quando escrevo aqui este texto, sinto uma tristeza revestida de esperança. esperança num Deus que é vivo e nos dá a vida eterna.


Rosanna Falcão amiga eu sinto muito nao ta com vc nesse momento de dor , mas agradeço a Deus por vc seguir sua vida com Ele e isso e tudo ! as perdas vao existir pois faz parte da nossa existencia ,o bacana e cantar e continuar cantando.....agora ja nao da tempo ja sao mais de 10h entao receba meu carinho bjs.Zanna

Yone Aparecida Com certeza amiga!!! Na verdade a cada dia me convenço que realmente as pessoas nunca morrem, pois, elas sempre estarão nas nossas lembranças. Um forte abraço!!!


Andréa Silva Que declaração minha amiga...Que Deus conforte tds vcs.Bjs no seu coração.

Luci Medeiros Rosa Brito, eu estava indo hoje 8 h da manhã com minha mãe para o enterro de sua vó Esther e voltei de São Gonçalo pq estava a maior chuva na estrada e eu não tenho costume de dirigir com chuva, fiquei com medo de seguir viagem. Que Deus conforte vocês e que ela descanse em paz. Um abraço

Isaac Tito
A lacuna que nossa amada D. Esther deixa, só é preenchida pela certeza da ressurreição e do acolhimento dela na casa de Deus nosso Pai. Um forte abraço fraternal,
Isaac Tito e Irmandade de N. Sra. da Conceição do Monte.

Nadia Santana
MEUS SENTIMENTOS PRIMO,QUE DEUS DÊ O DESCANSO ETERNO A NOSSA QUERIDA E AMADA ESTHER