sexta-feira, 20 de setembro de 2013


 Entre "aspas"
UMA FAMÍLIA TRADICIONAL
Jurema Sapucaia: "A boa noticia è que a Familia Sapucaia através do primo Jaime Sapucaia Bandeira està fazendo uma grande pesquisa sobre a Família Sapucaia em Cachoeira."

MANIFESTAÇÕES DE RUA
Egberto Emilio Souza Melo: "Eu também já não tenho idade nem físico para ficar na linha de frente e enfrentar as porradas, mas espero que as manifestações ocorram pacificamente em todo o pais. O povo precisa mostrar ao mundo que tem voz ativa, que está tomando consciencia e atitudes que num futuro próximo poderar reverter esse quadro negativo do politico brasileiro. Pela Internet sempre procuro divulgar idéias e compartilhar o descontentamento."

PRA CACHOEIRA,NADA ?
Carlos França Melo de Morais
Prezado Erivaldo:
Dei-me ao trabalho de verificar quais os investimentos previstos no chamado PAC das Cidades Históricas.
Na Bahia foram contempladas, dentre outras, Salvador, Itaparica e Maragogipe. Salvo minha miopia não tenha permitido ver direito, para Cachoeira, não está destinado nem um mísero real.
É assim que se preserva e se incentiva turismo?

IDENTIFICANDO FOTO
Cleonice Gonçalves
"Segundo algumas pessoas de Cachoeira, você é o que está de chapéu c/ a camisa branca junto ao rapaz que está ao lado de Bebeu."
Resposta: E não é que sou eu mesmo? Obrigado pela atenção,querida. A foto é da conquista do tri pela seleção cachoeirana.

SOBRADO ANTIGO DE EDUARDO ÁLEM
Bárbara Álem : "Obrigada Seu Erivaldo Brito por sua atenção. é que tinha um sobrado aí na rua do Brega que era de meu pai e nós moramos nele, eu devia ter mais ou menos uns 3 anos de idade mas ainda lembro muito da casa toda, a frente do sobrado é que não tenho mais lembrança, só lembro da grade de ferro nas janelas. O fundo eram dois janelões de frente para o pier (baiana)e tinha uma garagem enorme onde na época meu pai ainda muito novo trabalhava de mecânico. Me lembro dessas coisas. Queria ver uma foto da frente do sobrado eu não sei se ele é o que ainda tá aí de pé ou se é o terreno ao lado. Ah me lembro da última enchente que passamos aí, por volta depois dessa minha avó Maria Alem não nos deixou mais voltar para o sobrado. Lembro tbm que a feira do São João era realizada aí. Lembro um monte de coisas."
Resposta: Eu acredito que tenha alguma foto da Rua 7 de Setembro...vou pesquisar,fique tranquila.

'CAUSOS” VERÍDICOS
Mundão Souza dos Santos : "Primo, faz muito tempo que não me deparava com a palavra "bangolando". Me lembrou a minha infância, no linguajar de mãe, sua tia, Elzelina. Viajei no tempo. Coisas do jornaldeontemhojeesempre.blogs. Só você mesmo Erivaldo Brito. Aguardo ansioso pelas histórias dos Tincoãs, muita gente tem interesse em saber como foi criada esta importante banda e outras coisas relacionadas, da forma que só você sabe contar."
Celeste Aida : "Aí, Erivaldo, excelente matéria para vc publicar: Os Tincoãs!"

Ilka Maciel: "Pois é, Erivaldo, concordo com Cecé, publique sobre os Tincoãs, com certeza, todos nós vamos gostar."
Respostas: Valeu,queridos,pela lembrança. Aguardem.

Nadia Santana escreveu: "Tia Nem,faz uma grande falta,era uma ótima tia, primo"

A MONTANHA DOS 7 ECOS
Jorginho Ramos: "Longe de ser um "marco na filmografia nacional", a gravação do filme "A Montanha dos Sete Ecos" na minha Cachoeira de há cinquenta anos mobilizou a cidade inteira, que teve a pacata rotina bruscamente alterada. Nos meus oito anos via aquela movimentação toda, obviamente sem entender quase nada, mas maravilhado e orgulhoso com a perspectiva de que minha terra ganhava as telas. Alguns adultos, vizinhos e próximos à família, atuavam como figurantes em algumas cenas e passaram de repente a ser vistos por mim quase como "astros de Hollywood". É a magia do cinema, que me encanta desde o ano de 1963. bloghttp://vapordecachoeira.blogspot.com.br/2013/09/os-50-anos-da-filmagem-de-montanha-dos.html"
Antonio Moraes Ribeiro : "Na época da produção do filme tinha apenas 13 anos de idade. Eu me lembro muito bem da movimentação da cidade em torno das filmagens "A Montanha dos Sete Ecos""
André Setaro : "Obrigado pelas preciosas informações, Jorginho Ramos. Vi o filme no Excelsior, que ficava na Praça da Sé, quando a Bahia era uma cidade civilizada sem os transtornos contemporâneos - ou wagnerianos."
Luíz Dias : "Massa, Jorginho Ramos. Entrei em contato com a filha do diretor e ela me informou que o filme está na câmara fria da Embrafilme precisando restaurar. Tentei fazer isso pela ONG Dadá Runhó, mas os cabras emperraram. Até hoje se fala desse filme aqui e da cena em que o personagem de Carlito Muquibão brigava com o personagem de Poporrô. Poporrô ia enfiar uma peixeira em Carlito Muquibão porque na cabeça dele cenas de cinema são reais. O diretor do filme evitou a tempo um assassinato."
João Matos Figueiredo : "Grande lembrança Jorginho Ramos confesso ter esquecido mas me fez relembrar o vai-e-vem de pessoas circulando pela cidade para ver as tomadas de cenas e o movimento do integrantes de filme."

Nenhum comentário:

Postar um comentário