quinta-feira, 14 de novembro de 2013

DATAS  CACHOEIRANAS


Segundo semestre do mês de novembro em curso

Dia 16 (1970) – O velho e lendário rio Paraguaçu voltava a apavorar a população cachoeirana, sobretudo os moradores de ruas de nível mais baixo conforme podemos observar na foto abaixo.
No dia seguinte,no entanto,o Paraguaçu voltava ao seu leito normal.
 








Dia 17 (1889) – Acompanhando o Imperador D.Pedro II e sua família para o exílio, em face da mudança de regime, seguia voluntariamente o engenheiro cachoeirano André Rebouças,(foto) numa prova de sua fidelidade.
Dia 18 (1941) – O Rotary Clube cachoeirano realizava em sua sede social, a Assembleia de Clubes Rotáricos da Bahia, com a presença ilustre do então governador do Distrito, doutor Arlindo Luz que compareceu acompanhado de elementos representativos do Rotary Internacional.
Dia 19 (1943) – Era solenemente batida a pedra inaugural do prédio onde presentemente está instalado os Correios e Telégrafos com as presenças do prefeito Augusto Régis, o promotor público Joaquim Gouveia, o tenente Rosalio Noblat, o chefe da repartição José Câmara e do engenheiro construtor Arésio Fonbeca.
Dia 20 (1825) – O Imperador D.Pedro II aprovava o projeto de construir-se na Cachoeira um “monumento para perpetuar os feitos épicos de 1822 mas...”desde que as despesas decorrentes sejam feitas pelos habitantes”. Porreta ! (risos)
Dia 21 (1913) – De propriedade do advogado cachoeirano José Rabelo, vinha à lume o jornal “O Norte”.
José Rabelo foi, depois, Ministro do STF.
Dia 22 (1854) – Mais um jornal cachoeirano era publicado à partir da referida data: o “Apóstolo Cachoeirano”, de propriedade de Joaquim Tavares da Gama.
Dia 23 (1958) – A recolherem-se a procissão de Nossa Senhora do Rosário, padroeira da cidade, o cidadão Né Gottschal encostou involuntariamente a tocha acesa que levava na carreta. As chamas apareceram de súbito. Com a ajuda dos que se encontravam por perto as partes inflamáveis foram atiradas fora e a imagem não sofreu qualquer dano.
Dia 24 (1854) – O advogado Joaquim Tibério Gama tomava posse na Comarca da Cachoeira sendo, portanto, o primeiro Promotor Público.
Dia 25 ( 1942) – Era reorganizada a Liga Cachoeirana de Futebol, uma iniciativa do artífice sapateiro Firmino dos Santos Leite.
Nesta mesma data, no ano de 1987, a cidade era abalada com o acidente que envolveu o atirador do Tiro de Guerra conhecido pela alcunha de “Ratinho”. O referido moço, ao tentar fazer uma brincadeira com o seu colega de turma, de nome Florisvaldo, o fuzil disparou causando a sua morte instantânea.
O sargento instrutor interditou a área comunicando aos superiores a infausta ocorrência.
O corpo do jovem foi transladado para a capital do estado onde foi instaurado um inquérito para a apuração dos fatos e a devida necrópsia.
Dia 26 (1938) – Considerado como um grande benefício para o povo das duas cidades, era abolida a cobrança de pedágio para veículos e pedestres na ponte D.Pedro II.
Nesta mesma data, no ano de 1960, falecia o cachoeirano Augusto Públio Pereira.
Filho de dona Georgete Mota Pereira e de Ricardo Vieira Pereira, Augusto Públio nasceu no dia 21 de janeiro de 1907.
Formado em medicina aos vinte anos de idade, instalou o seu consultório médico em sua terra natal.
Casado com dona Regina Vacarezza de família de industriais e políticos, o Dr. Públio já em 1927 fazia política, elegendo-se prefeito de 1939 a 1945. Elegeu-se deputado estadual e,depois, deputado federal.
Assumiu o governo do estado 2m 29 de agosto de 1960. Três meses depois, no dia 26 de novembro de 1960 (completam-se,agora,53 anos) e, coincidentemente aos 53 anos, em decorrência de um câncer pulmonar veio a falecer. Era tabagista inveterado.
Dia 27 (1929) – Era fundado o Club de Regata Paraguassu (era grafado antigamente com dois “esses”). No facsimile, a proposta de sócio (antes da fundação do clube) do Dr. Augusto Públio Pereira.
O clube, depois, passou a ser chamado de Desportiva do Paraguaçu.
 




Dia 28 (1973) – O professor e historiador cachoeirano António Loureiro de Souza tomava posse na Academia de Letras da Bahia.
Uma comitiva e a Minerva Cachoeirana abrilhantaram o evento.

Dia 29 (1846) – Falecia em Salvador o maestro cachoeirano José dos Santos Barreto, autor do “Hino ao 2 de Julho”
“Nasce o sol, a 2 de Julho / Brilha mais que o 1º / É sinal que nesse dia/ Até o sol, até o sol é brasileiro...”
Dia 30 (1702) – O frei António de Santa Maria doava várias glebas de terras ao lado norte do Convento para a Irmandade da Ordem Terceira do Carmo.


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