quarta-feira, 4 de junho de 2014

HISTÓRIA

Dr. Aristides Augusto Milton

No dia 29 do mês de maio próximo passado, - há 166 anos passados, portanto, -, no ano de 1848 nascia na cidade baiana da Cachoeira Aristides Augusto Milton (foto), filho do major Tito Augusto Milton e dona Leopoldina Clementina Milton.
Completando no Recife em 10 de novembro de 1869, - aos 21 anos de idade -, o curso de Direito, Milton retornou à sua terra natal onde exerceu cargos públicos de relevância como a provedoria da Santa Casa de Misericórdia e fundou o extinto Monte Pio dos Artistas Cachoeiranos.
Foi nomeado chefe da polícia de Sergipe, presidente (governador) de Alagoas, deputado provincial e geral. Em terras sergipanas fundou o Asilo Santa Leopoldina destinado ao tratamento e abrigo de pessoas com deficiência mental.
Foi um proifícuo colaborador da imprensa. Na Cachoeira escreveu para A ORDEM, A CACHOEIRA e o  O PAIZ,(escrito com "z"). Em Salvador escreveu para A TRIBUNA e no Rio de Janeiro para o JORNAL DO COMERCIO.
Muitos  associam o ilustre cachoeirano pelo fato de existir uma praça com o seu nome e pelo livro EFEMÉRIDES CACHOEIRANAS. Ele, porém, publicou as seguintes obras: A CAMPANHA DE CANUDOS, ANÁLISE DA CONSTITUIÇÃO DE 24 DE FEVEREIRO e A FEDERAÇÃO DOS GUANAIS um fato histórico muito interessante quando os revoltosos tomaram posse do governo e dentre os atos publicados, consta a liberdade de imprensa e o sistema federativo de governo.
O doutor Milton faleceu aqui no Rio de Janeiro aos 56 aanods de idade, no dia 26 de janeiro de 1904.
Enquanto eu estive morando em minha terra, existia um mausoléu no Cemitério da Piedade com os restos mortais do ilustre cachoeirano, honrando assim a memória de um grande benfeitor. Acredito que não houve qualquer outra alusão à data.
  

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