sexta-feira, 19 de setembro de 2014

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Tenho ótimas recordações da Cachoeira. Lembro quando o time cachoeirano ganhava, era uma festa maravilhosa,saíamos pelas ruas atrás da Charanga cantando e dançando. Altas comemorações. Vendo a foto publicada, inúmeras cenas vieram na minha mente. Quanta saudade daqueles tempos que não voltam mais e que valem bastante e continua valendo pois as recordações são ótimas.
Raquel dos Reis Morais.

Acabei de ler os seus escritos. Adorei, principalmente o "causo" intitulado "quem peidaram no arditório"
Lêda Margarida Santos Leite.



Estou rindo da vinheta, veiculada na televisão, de um candidato a presidente. Ele, que não tem muito tempo, fala muito rápido e de forma rebuscada, usando de forma engraçada a palavra "doravante". Quando vejo essas coisas lembro do meu amigo Erivaldo Brito, que conhece muitas anedotas e micos de políticos cachoeiranos e sanfelistas.

Não foi Erivaldo quem me contou, mas ouvi de alguém que aqui em Cachoeira tinha um camarada conhecido como João Minhas Políticas, que em cada dez palavras que pronunciava cinco eram a palavra doravante, e sempre concluía seus discursos com a frase: "doravante tenho dito!". O barato é que o espectador já previa que ele ia dizer a palavra e pronunciava com ele em coro: "doravante!", o que ele reafirmava, sisudo: "doravante mesmo!". A palavra "doravante" era usada propositalmente para dar a impressão de que ele falava bem, como aquele advogado que abusa da expressão "você é muito irredutível" como contra-argumentação porque a palavra "irredutível" soa sofisticada, faz parte do vocabulário culto. Tenho um amigo que é leitor assíduo de dicionario e ele adora a palavra energúmeno, beócio, vilipendiado...
Luiz Cláudio Dias do Nascimento.

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