sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

CALOR DE RACHAR BOLA DE GUDE
A chapa “tá” quente neste Verão  
"Que calor do cacete !"   Com algumas variantes pornofônicas é a frase que mais se ouve nos dias atuais aqui no Rio de Janeiro. De acordo com a NASA e da Administração Nacional Oceânica e atmosférica dos Estados Unidos, 2014 foi o ano mais quente da história de terra. Como é que é?! Estamos, ainda, no mês de janeiro, e, com certeza, 2015 será muito pior. Até nós, nascidos na Boa Terra estamos chiando, mas,por seu turno foi bom pra turma daqui começar a entender um pouco da malemolência baiana.rsrsrs.
Em janeiro de 1888, a imprensa cachoeirana já se ocupava de falar do calor e sobretudo da "seca excepcional que assola os diferentes pontos da Comarca", inicialmente em N.S.dp Amparo das Umburanas (atual Urandi) e Santo Estêvão de Jacuípe (atual Santo Estêvão, desmembrado da Cachoeira em 12 de julho de 1921 
Além dessa "seca calamitosa" onde "muita gente morreu de fome", os anais da Cachoeira registra outras secas até maiores nos anos de 1690 e 1721.
Não precisa nem ser meteorologista pra saber que, grandes secas antecedem enormes tempestades e inudações como já está acontecendo em S.Paulo.
Em 4 de janeiro de 1836, por volta das 16h. caiu uma tempestade na cidade da Cachoeira que  atemorizou a população. Um raio atingiu a torre da igreja do Monte, destruindo-a e fazendo rolar o sino ladeira abaixo. Um segundo raiu caiu na Praça da Aclamação e um terceiro em São Félix que na ocasião era um simples arraial. Felizmente não houve vitimas.
 Uma pesquisa em jornais antigos nos sugere que, o aquecimento global pouco tem a ver com a atividade humana. Desde que existe a terra, ocorre ciclos há bilhões de anos.




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