sexta-feira, 3 de abril de 2015

MÚSICA
Filarmônica Minerva Cachoeirana 
Falar da Minerva é reviver um pouco a história da própria Cachoeira. Fundada em o dia 10 de fevereiro de 1878 , - há 137 anos volvidos, portanto -,pelo maestro cachoeirano Eduardo Mendes Franco (1852/1906), a Minerva passou por algumas turbulências durante a sua existência. Uma das mais graves, porém, teve solução em o ano de 1929 quando a sociedade foi reorganizada.
 Nas fotos acima, vemos pela ordem, na manhã do dia 7 de abril de 1929, depois da missa na igreja da Matriz de N.S. do Rosário, o préstito seguindo pela Rua 25 de Junho, e, na seguinte,já na Rua 13 de Maio, em direção a sua sede social.
 Falar da Minerva é trazer viva na memória dirigentes como Bráulio Marques, Ursecino Antônio dos Santos, Américo Palma de Santana, Cândido M. Vaccarezza, Francelino Mota, os médico Artur Marques e Aurelino Serafim, e, finalmente, Manoel Martins Gomes (Manoelzinho), que administrou a sociedade ao longo de muitos anos com um empenho inigualável.
Falar da Minerva é relembrar daqueles que foram os responsáveis para que ela se apresentasse de forma irrepreensível quando saía para as ruas, os regentes Esmeraldo São Bernardo, Francisco Fróis. Pedro Bezerra, Cristiano Machado (Engenheiro) e Felisberto Silva (Ganso), e denodados músicos como Luís Soares da Cruz (seu Lula), João Rodrigues (Balaio), Claricio Marques, Bernardino, Totonho Cabeçorra, Douglas da Pipoca, Chendendo e o insuperável Cassemiro Reis Conceição (Caçote).
 Na mesma manhã do dia 7 de abril de 1929, já na sede da sociedade, aparece no destaque (com chapéu de palhinha), entre antigos músicos do citados acima, João da Matta figueiredo e Silva,1° Tesoureiro da sociedade.
 



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