sexta-feira, 7 de agosto de 2015

FALA, GALERA!

Moise Moraes Esse tempo ficou na memoria e no passado, acabou, hoje não vemos mais isso, fim..
Gil Carvalho Vi muito isso na rua da feira tinha pena dos maus tratos que os bichinhos passava mais olhava
Silvio Barruada Voltei no tempo Sr Erivaldo,tempo de correr pelas ruas da Cachoeira, ir para a  Rua da Feira e acompanhar o boi da chegada ao abate torcendo para acontecer as ditas "fugas" dos bois apesar de concordar com a amiga que diz que havia maus tratos,tudo não passava de uma grande diversão
Antonio Oliosvaldo Menezes Como sempre, vc a narrar causos veridicos de nossa boa infância, alegra-me a ponto de lágrimas de risadas
Ademar Cerqueira Eu também. Minha infância na Rua da Ponte Nova, os babas no Campo da Manga. Deus, que tempo Bom, mágico.
Carmen Barros Como era bom quando um boi fugia! Vanete Pinheiro era casado com minha irmã.  Volteir ao fundo do tempo!
Antonio Moraes Ribeiro Eu tive oportunidade de ver muitos fuas, pois morei na rua Dr. Seabra e mais tarde na rua Martins Gomes. Eu me lembro que no fim da decada de 1960, uma galera ficava no abrigo, situado na entrada da ponte, aguardando o desembarque de boiadas no trem. Era uma verdadeira festa. Muta vezes, presenciei invadir residencias e causar prejuizos, etc.
SUGESTÃO
Esta foi uma boa reportagem escrita pela jornalista Lilian Andrade sobre o Seu Misael para a revista Viver Bahia.
Erivaldo, sugiro que êscreva alguma coisa em seu blog sobre os antigos pais e mães de santo de Cachoeira. Seu Misael foi uma grande referencia, porem existe dezenas de nomes que precisamos resgatar a biogradia e historia deles. Um abraço, Moraes 

Amigo Moraes: O especialista no assunto é o comum amigo Cacau. No seu recente livro ele o faz de forma irreparável.

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