sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Na década de 40 nascia o time da Suerdieck Esporte Clube Cachoeira. Um dos jogos mais esperados pelos torcedores se deu no dia 1º de fevereiro de 1946 no estádio Arlindo Rodrigues, em São Félix, com a equipe do Democrata, registrando-se um empate de 1 a 1.
Na foto acima, identificamos os seguintes atletas do passado esportivo da Cachoeira: Waldo Azavêdo (1), Nilton (2) e Evangivaldo (3). Nilton jogou como profissional no time do Vitória da capital do estado, Evangivaldo, no Galícia, também da capital do estado mas teve uma carreira curta em vista de uma fratura em uma das suas pernas. Mesmo assim, veterano, eu o vi jogando ao lado de "Tondodia" (pai de Bebel e Lindolfo), no time do Ferroviário, no campeonato sanfelixta.
Waldo recebeu várias propostas mas a família o impediu de profissionalizar-se pois a carreira "não oferecia segurança".
Agachados nós identificamos apenas Sandoval (4), apelidado de "Ovo". Era zagueiro central do time do Cruzeiro Cachoeirano. Eventualmente jogou de goleiro. O número 5 é Onaval Conceição, "Pimenta".
Era menino e vi alguns jogos no campo Ubaldino de Assis com Nilton jogando como centroavante  no time do Ipiranga, cujo treinador era o pai dele, Zé Barros. Jogavam ainda no time do Ipiranga,Orlando, China e Toninho Cara de Jegue, todos irmãos de Nilton.
Meu amigo Vanjú, foi figura sempre presente no meio esportivo cachoeirano. Reorganizou a Liga Cachoeirana, criou uma escolinha musical na filarmônica Lira e um time de basquetebol. Eu fiz parte de um grupo de jovens que ele treinava todos os dias, cedinho.
Meu amigo Waldo jamais deixou de dar apoio a tudo o que se relacionasse a Cachoeira, sobretudo quando se falava de esporte. Durante a construção da arquibancada do então denominado Estádio 25 de Junho, estive na Suerdieck juntamente com Pirinho (então presidente da Liga Cachoeirana) e Waldo deu o maior apoio monetário, inclusive comprou uma "cativa" na arquibancada mas ele jamais compareceu, mesmo quando a seleção estava sendo o assunto da cidade.
Não existe ninguém insubstituível mas, os dois, (Evangivaldo e Waldo Azevedo), estão fazendo falta até hoje, com certeza.

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